domingo, 6 de junho de 2010

Mensagem do dia


Alma corajosa não é aquela que se dispõe a revidar golpe recebido e sim aquela que sabe desculpar e esquecer.

sábado, 29 de maio de 2010

O país do futebol

Estamos perto das paixões, emoções, abraços, cerveja e cachaça, família e amigos reunidos em torno da televisão, a torcer pelo Brasil na Copa 2010, na África do Sul.

Nossos melhores narradores e comentaristas vão assistir de tribuna privilegiada. Nelson Rodrigues, João Saldanha, Armando Barcelos... São tantos!

Quantas Copas gloriosas. Lembro a de 58, na Suécia. Era muito pequeno, mas a euforia dos meus pais e dos vizinhos contaminava. Julinha – como eu gosto hoje de tratar minha falecida mãe e Jorge, este entendido na arte, foi um bom goleiro, meu pai – que só ouvia depois de dois uísques, falavam o tempo todo.

Dizem que mulher não entende nada de futebol. Mentira! Minha mãe, só com a narração de Luiz Mendes, fazia comentários que na época não entendia bem. Todos certos. Tinha quatro irmãos homens.

Fato maravilhoso! Toda a seleção brasileira era de craques. Só para dar um exemplo, Garrincha e Pelé jogavam no ataque! Os maiores jogadores que o mundo já conheceu massacrando qualquer defesa. A única que não foi goleada colocou os onze jogadores dentro do gol. País de Gales, 1x0 Brasil.

Chutou tanto que uma teria que entrar. O então menino magrinho, pretinho, por nome Edson Arantes do Nascimento, com apenas dezessete anos de idade surgia como um novo nome. Ainda não era um ‘doutor’ Didi, ou Newton Santos. Mas começava a sua carreira de Rei. Rei dos gramados, senhor absoluto dentro de um campo verde, e figura respeitável fora dele.

Final: Brasil x Suécia, a dona da casa. Trouxemos a Jules Rimet, goleada de 5x2.

Quatro anos depois, no Chile. O famoso caneco é levantado ao povo pelo zagueiro Mauro, repetindo Bellini, na Suécia.

Uma vez mais Pelé justificou seu título, no México. A única seleção que nos enfrentou foi a inglesa, com o goleiro Gordon Banks defendendo uma cabeçada para o chão, dada pelo Rei e considerada mortal. Perdeu por apenas um gol. As outras foram atropeladas.

E a poesia, onde fica? Garrincha comprou um rádio de pilhas na Suécia.

Reclamou com o ‘compadre’ Newton que a miséria só falava uma língua estranha, fora trapaceado pelo vendedor. A ‘Enciclopédia’, para aliviar o mal do amigo, ficou e pagou o preço do rádio. Quando sobrevoavam o Rio, na volta, Newton mostrou ao seu eterno protegido. “Ficou bom, Mané. Escuta só”! E a voz brasileira fez-se ouvir. Garrincha devolveu o dinheiro pago pelo amigo.

Era absolutamente ignorante, mas não desonesto.

Jorge Cortás Sader Filho é escritor

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Avião americano atinge seis vezes a velocidade do som em teste no Pacífico

A Força Aérea dos EUA anunciou nesta quinta (27) ter tido sucesso no teste do avião hipersônico X-51A, realizado anteontem.

A nave, que levantou voo acoplada a um avião B-52, foi solta sobre o Oceano Pacífico na costa da Califórnia.

O motor do X-51A entrou em funcionamento em seguida e acelerou a nave até cerca de seis vezes a velocidade do som (a velocidade do som é de 1.224 km/h).

O voo durou mais de 200 segundos, o maior período de voo hipersônico atingido até o momento. O recorde anterior era do veículo X-43 da Nasa, que voou por 12 segundos. Após o voo hipersônico o avião espatifou-se no Pacífico.

A expectativa era a de que o X-51A conseguisse manter-se em velocidades hipersônicas por até 300 segundos. Apesar de não atingir as expectativas, o teste foi considerado um sucesso pela Força Aérea.

A Força Aérea planeja realizar mais três voos. O próximo será realizado no ano que vem.

sábado, 22 de maio de 2010

Feliz dia do abraço!


Joana, desejo a você e todos os meus amigos, um grande abraço...

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Remuneração dos militares


MILITARES DESCOBREM O MOTIVO DE ESTAREM GANHANDO MUITO MENOS DO QUE TODAS AS OUTRAS CARREIRAS DE ESTADO E CORREM PARA JUSTIÇA PARA OBTEREM REVISÃO JUDICIAL DE SEUS VENCIMENTOS.



Parece incrível, mas é verdade: os militares são os verdadeiros responsáveis por seus ridículos vencimentos atuais... Muito embora os militares mais antigos atribuam seus baixos salários a revanchismo dos governos civis pós-governos militares, tal afirmativa não se confirma a um simples exame dos atos oficiais que, nos últimos 20 (vinte) anos, reajustaram os salários dos militares.


Se os militares, leia-se, os extintos ESTADO MAIOR DAS FORÇAS ARMADAS, e os MINISTÉRIOS MILITARES, tivessem aplicado corretamente as legislações que os civis
votaram e aprovaram, a saber, as Leis nº 7..723, de 6 de janeiro de 1989 e n0 7.293, de 12 de dezembro de 1989, jamais teriam seus vencimentos reduzidos ilegalmente pela Lei nº 8.162, de 8 de janeiro de 1991.



No entanto, visando manter os oficiais generais das três forças recebendo altas porcentagens de gratificações e indenizações que incidiam sobre o soldo, remuneração básica, em vez de aplicar corretamente a Lei, reduzindo os vencimentos finais, o EMFA e os MINISTÉRIOS MILITARES decidiram, AO ARREPIO DA LEI, reduzir o valor legal do soldo, fixado pela Lei 7.723/89, e posteriormente reconhecido pelo Superior Tribunal de Justiça, criando uma FICÇÃO que chamaram "soldo
ajustado".


Com isso, os oficiais generais puderam continuar a receber altos percentuais de gratificação es e indenizações sobre um soldo legal reduzido, a que chamaram de "soldo ajustado", sem ultrapassar o limite constitucional.


No entanto, as mais baixas patentes de oficiais, e os praças, principalmente, tiveram reduções altíssimas em seus vencimentos finais, pois não recebiam os mesmos percentuais de gratificações e indenizações que os oficiais generais.


Só que, o que qualquer matemático poderia prever com alguns poucos cálculos, os chefes militares daquela época não previram: com o tempo, com reajustes diferenciados para civis e militares, os oficiais generais acabaram por sentir na pele que aquela que temporariamente foi uma solução que lhes atendeu, no final também lhes atingiu negativamente, vindo a reduzir também os seus vencimentos.


Tivessem aplicado a Lei corretamente, e a favor de todos, os salários dos militares estariam, atualmente, equiparados aos do Judiciário, pois o Almirante de Esquadra, topo da tabela de escalonamento vertical dos soldos dos militares das três forças armadas teria como soldo, remuneração básica, o valor de R$ 19.150,00 (dezenove mil cento e cinquenta reais), sobre os quais incidiriam gratificações e indenizações suficientes para equiparar os vencimentos finais desse posto aos subsídios do Ministro do Supremo Tribunal Federal, atual limite
constitucional.


Este é o argumento para as ações que, em breve, estarão abarrotando os cartórios da Justiça Federal. Como o STJ já reconheceu o direito, espera-se que o Governo Federal repita a mesma atitude que teve com relação aos 28,86% de aumento inicialmente concedidos aos militares e, posteriormente, reconhecidos como direito também dos civis.


O fundamento é o mesmo, pois a Lei 8.162/91, além de reduzir (o que é inconstitucional) a remuneração básica dos militares fixado pela lei 7.723/89 em patamar muito maior, concedeu aos servidores civis um reajuste de 81% (?!) de aumento que, na prática, não foi concedido aos militares.


Estima-se que mais de três milhões de ações aportem ao Judiciário, haja vista que o benefício atinge os militares da ativa, os militares da reserva remunerada, os pensionistas de militares, os reservistas que tenham servido às Forças Armadas e sido licenciados nos últimos cinco anos, e os herdeiros de todos estes beneficiários, caso o titular do direito tenha falecido.


Diz um velho ditado da caserna que "A ARMA QUE MATA O SARGENTO TEM DIVISAS NO CANO".


O ditado nunca foi tão bem aplicado a uma situação. Mas caberia melhor dizer que o maior inimigo do militar é ele mesmo.


Agora, como deve prevalecer o princípio da ISONOMIA, a justiça, para evitar a enxorrada de ações, deverá aplicá-la, dando direito a TODOS sem a necessidade de entar com ações individuais ou em grupos. AGUARDEMOS !!


OBS: Aqueles que me conhecem, sabem que eu sempre disse:

A INCOPETÊNCIA DOS MILITARES DO PASSADO, NOS DEIXARAM ASSIM!!!

Aos puxa-sacos (CHALEIRAS), que continuem PENDURADOS NOS SACOS DAS “OTORIDADES”

Caserna de luxo

E o resto da tropa?

Caserna de luxo

Num dos bairros mais caros do País, o Exército vai construir condomínio de luxo para um seleto grupo de generais e cobrar preços camaradas


TERRA CARA

A área onde o prédio será construído tem preço
médio de R$ 10 mil o metro quadrado

Um grupo de generais reuniu-se, há duas semanas, em Brasília, para discutir um tema sigiloso. Nada a ver com eventuais ameaças à segurança nacional. Estavam ali para tratar de negócios privados. Mais especificamente da construção de apartamentos de luxo no recém- criado Setor Habitacional Noroeste, um dos bairros mais caros do País. Ali, qualquer empreendimento não sai por menos de R$ 10 mil o metro quadrado, média mais alta do que a de bairros ricos, como os Jardins, em São Paulo. Mas esses oficiais pagarão pelos imóveis a metade do preço de mercado. Contarão com financiamento em condições privilegiadas e ainda poderão faturar alto com a venda dos apartamentos por mais que o dobro do valor de compra – segundo projeções do próprio mercado imobiliário. Um negócio para camaradas.

Quem está à frente do projeto é um general reformado, o presidente da Fundação Habitacional do Exército (FHE), Clóvis Burmann, que ocupa há 14 anos o cargo. A transação está gerando polêmica nas Forças Armadas, principalmente pelo sigilo com que vem sendo tratada. “Qualquer investimento deve ser debatido em assembleia convocada em diário oficial, o que não ocorreu. Ninguém sabia desse edifício no Noroeste”, reclama o presidente da Cooperativa Habitacional dos Militares das Forças Armadas (Coohamfa), Tiago Pereira da Silva.

CONFORTO

O comandante da FAB, Juniti Saito, pretende comprar um dos apartamentos

De fato, apenas alguns generais de quatro estrelas foram convidados por Burmann para “investir” no projeto. Fontes militares confirmaram à ISTOÉ que foi fechada uma lista de 48 nomes, dentre os quais estariam militares de alta patente da reserva e, principalmente, da ativa. O comandante da Aeronáutica, Juniti Saito, foi um dos convidados a integrar o seleto grupo de investidores e, de acordo com a assessoria de imprensa da FAB, o brigadeiro está analisando o projeto e pretende adquirir uma unidade. A FHE, no entanto, não informa quem são os outros militares que, como Saito, estão prestes a fechar o negócio. “Não podemos dizer quem são os investidores porque o projeto ainda não foi lançado oficialmente”, alega o diretor de crédito imobiliário da Poupex (Associação de Poupança e Empréstimo), José de Castro Neves Soares. A Poupex, segundo Soares, é uma instituição financeira de crédito imobiliário, “que capta recursos de poupança junto ao público em geral e é gerida pela Fundação Habitacional do Exército”. O presidente da Poupex é o mesmo general reformado Clóvis Burmann, da FHE. Ele não vê conflito de interesses no caso.

O prédio da FHE no Noroeste terá seis andares, conforme o padrão brasiliense, e apartamentos de 120 a 180 metros de área útil, com acabamento de primeira, lazer integrado e “tecnologia ecológica”, como aquecimento solar, reaproveitamento de água e pré-tratamento de esgoto. Em uma das reuniões dos militares que entraram no negócio, um oficial chegou a sugerir a construção de uma piscina olímpica no condomínio. Mas foi dissuadido pelo arquiteto, que, para não encarecer o projeto, sugeriu uma piscina mais modesta, com 25 metros de extensão. O preço dos apartamentos do futuro edifício, que ganhou o apelido de “paraíso dos generais”, deve girar em torno dos R$ 5 mil o metro quadrado. “Nosso preço é mais baixo porque não incluímos a margem de lucro do incorporador”, afirma Soares. A explicação, no entanto, não convence o presidente da Associação do Mercado Imobiliário do Distrito Federal (Ademi), Adalberto Valadão. “Ninguém consegue comprar, construir e vender um imóvel no Noroeste a R$ 5 mil o metro quadrado. Não conheço a situação da Poupex, mas acho que tem coisa aí”, diz Valadão. Só o terreno em que será erguido o empreendimento custou R$ 11 milhões.

Para o procurador do Ministério Público junto ao TCU, Marinus Marsico, é preciso saber se o imóvel está sendo subsidiado com recursos públicos. De acordo com a Lei 6.855 de 1980, a Fundação Habitacional do Exército é abastecida com recursos do Orçamento da União e contribuições de militares. “Se os recursos públicos estão sendo repassados para a fundação e de alguma forma concorreram para a construção desse imóvel com preço abaixo do mercado, pode ficar caracterizada remuneração indireta”, diz o procurador. Já o presidente da Coohamfa considera o privilégio dado aos oficiais “imoral e ilegal”. “A lei que rege a Fundação Habitacional do Exército é clara. Os programas habitacionais devem priorizar os militares de baixa renda. Mas nunca sai nada”, afirma Tiago Pereira da Silva. O diretor da Poupex, por sua parte, diz que em Brasília a FHE não dispõe de imóveis para baixa renda, mas alega que está construindo apartamentos para a classe média num terreno próximo à cidade-satélite de Águas Claras. O empreendimento é feito em parceria com a construtora Paulo Octavio e terá apartamentos com preços entre R$ 300 mil e R$ 700 mil.


O que me preocupa não é o grito dos maus. É o silêncio dos bons.
Martin Luther King

domingo, 16 de maio de 2010

Conta Alta

Essa é mais uma conta salgada que o Pinóquio retirante e seu séquito de sanguessugas irão nos fazer pagar. Na calada da noite o Executivo ganhou mais um round na tentativa de ver aprovado no Congresso Nacional um projeto que multiplica por três o valor que o Brasil deve pagar ao Paraguai pela compra do excedente de energia elétrica de Itaipu. Encaminhada inicialmente como uma Mensagem, a proposta foi aprovada na semana passada pelos parlamentares brasileiros no Parlamento do Mercosul. Em seguida foi encaminhada às Comissões da Câmara, onde está identificada como Projeto de Decreto Legislativo (PDC 2600/10).

URGÊNCIA

O projeto tramita em caráter de urgência. Ou seja, dispensa algumas exigências, prazos ou formalidades regimentais.A proposta é mais uma polêmica que envolve o Tratado de Itaipu criado em 1973 e atende aos anseios do presidente paraguaio Fernando Lugo, que teve a revisão do acordo binacional como bandeira de campanha eleitoral. Segundo estimativa de integrantes da base do governo, o pagamento anual feito ao país vizinho a título de cessão de energia passará de US$ 120 milhões para US$ 360 milhões. O fator de multiplicação da remuneração passará de 5,1 para 15,3. A relatora do projeto, que legisla em causa própria é o petralha Dr.Rosinha que defende o aumento dos repasses.

Estas pessoas não tem coração. Como podem fazer isto com o povo, enquanto isso, nos hospitais várias crianças morrem por causa de falta de medicamentos,...
Estas pessoas tem que serem tratadas no mundo espiritual como GENOCIDAS.