quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Amigo

Minha querida prima Renata mandou para mim esta mensagem através de um email e eu gostei, então vou repassar...

Aqui esta um poema sobre amigos que realmente expressam a amizade Verdadeira.

AMIGO...

Quando você estiver triste...
Eu vou te ajudar a planejar uma vingança contra o f.d.p.que te deixou assim.

Quando você me olhar com desespero...
Eu vou enfiar o dedo na sua goela e te fazer por pra
fora o que estiver te engasgando.

Quando você sorrir...
Eu vou saber que você deu uns pega em alguém ou em
alguma coisa.

Quando você estiver confuso....
Eu vou explicar pra você com palavras bem simples
porque eu sei o quanto você é devagar.

Quando você estiver doente...
Fique bem longe de mim até se curar. Eu não quero pegar
o que quer que você tenha.

Quando você cair...
Eu vou apontar pra você e me mijar de rir.

Você me pergunta, 'Por quê?'

Porque você é meu amigo!!!

**Observação final:**

'Um amigo de verdade não é aquele que separa sua briga e sim aquele que chega dando voadora.'

sábado, 23 de outubro de 2010

Carta de princesa Isabel a Dom Pedro II

Um pouco de história.

Íntegra das cartas escritas por princesa Isabel a seus pais, relatando a repercussão da assinatura da Lei Áurea, em 13 de maio de 1888.

13 de maio de 1888 — Petrópolis

Meus queridos e bons pais.

Não sabendo por qual começar hoje: mamãe por ter tanto sofrido estes dias; papai pelo dia que é, escrevo a ambos juntamente.

É de minha cama que o faço, sentindo necessidade de esticar-me depois de muitas noites curtas, dias aziagos e excitações de todos os gêneros. O dia de trás-ontem foi um dia de amargura para mim e direi para todos os brasileiros e outras pessoas que os amam. Graças a Deus, desde ontem respiramos um pouco e hoje de manhã as notícias sobre papai eram muito tranqüilizadoras. Também foi com o coração mais aliviado que perto de uma hora da tarde partimos para o Rio a fim de eu assinar a grande lei, cuja maior glória cabe a papai, que há tantos anos esforça-se para um tal fim. Eu também fiz alguma coisa e confesso que estou bem contente de também ter trabalhado para idéia tão humanitária e grandiosa.

A maneira pela qual tudo se passou honra nossa pátria e tanto maior júbilo me causa. Os nossos autógrafos da lei e o decreto foram assinados às três e meia, em público, na sala que precede a grande do trono, passada a arranjar depois de sua partida. O Paço (mesmo as salas) e o Largo estavam cheios de gente, e havia grande entusiasmo, foi uma festa grandiosa, mas o coração apertava-se me lembrando que papai aí não se achava! Discursos, vivas, flores, nada faltou, só a todos faltava saber papai bom e poder tributar-lhe todo o nosso amor e gratidão. Às quatro e meia embarcávamos de novo e em Petrópolis novas demonstrações nos esperavam, todos estando também contentes com as notícias de manhã de papai. Chuvas de flores, senhoras e cavalheiros armados de lanternas chinesas, foguetes, vivas. Queriam puxar meu carro, mas eu não quis e propus antes vir a pé com todos da estação. Assim o fizemos, entramos no Paço para abraçarmos os meninos e continuamos até a igreja do mesmo feitio que viemos da estação. Um bando de ex-escravos fazia parte do préstito, armados de archotes. Chuviscava e mesmo choveu, mas nessas ocasiões não se faz caso de nada. Na igreja tivemos nosso mês de Maria sempre precedido do terço dito em intenção de papai e de mamãe. Não são as orações que têm faltado; por toda a parte se reza e se manda rezar, e esta manhã, nas Irmãs, tivemos uma comunhão por intenção de papai. Comungamos nós dois e umas quarenta senhoras.

Boas noites, queridos, queridíssimos!!!

Saudades e mais saudades!!!

Só que ela não sabia que no Rio de Janeiro, no futuro, haveria muitas favelas devido a desorganização desta lei. Libertaram, mas...

A ciência e o poder do acaso

O escritor russo Boris Pasternak, que se notabilizou pelo livro Doutor Jivago, ganhou, há 52 anos, o seu Prêmio Nobel de Literatura. Segundo ele: "Os progressos da ciência obedecem à lei da repulsão: para dar um passo em frente, é preciso começar por derrubar o domínio do erro e das falsas teorias".

Nascido há 387 anos, no dia 24 de outubro de 1623, Antony van Leeuwenhoek era um cientista improvável. Não tinha fortuna, não recebeu educação superior e não conhecia outros idiomas, além do holandês. No entanto, com habilidade, diligência, uma curiosidade infinita e uma mente aberta e livre dos dogmas científicos de sua época, Leeuwenhoek conseguiu fazer algumas das descobertas mais importantes na história da biologia.

Credita-se a invenção do microscópio aos também holandeses Hans Janssen e seu filho Zacharias. Mas foi Leeuwenhoek o primeiro a fazer observações microscópicas de materiais biológicos.

Construído em 1674, o microscópio primitivo inventado por ele permitia aumento da percepção visual em até 300 vezes e com razoável nitidez, o que lhe permitiu observar bactérias de 1 a 2 micra (medida equivalente a um milésimo de milímetro).

Foi com este instrumento quase rudimentar que ele conseguiu constatar a existência das bactérias e dos espermatozóides, sendo o pioneiro em desvendar o mundo dos microrganismos.

Foi também num outro dia 24 de outubro, em 1945, exatamente há 65 anos, que Sir Alexander Fleming recebeu o seu justíssimo Prêmio Nobel de Medicina, por descobrir e desenvolver a penicilina.

O filósofo inglês Francis Bacon, considerado o fundador da ciência moderna, dizia que "as descobertas já conseguidas se devem ao acaso e à experiência vulgar mais do que à ciência”. E a história de Fleming confirma isso.

Durante a guerra, como médico militar nas frentes de batalha da França, Fleming ficou impressionado com a gangrena gasosa, que estava causando a morte de milhares de soldados e civis, atingidos por projéteis de armas de fogo.

Finalizada a guerra, regressou ao Hospital St. Mary onde começou a pesquisar intensamente um novo anti-séptico, descobrindo a Lisozima, de modo acidental, depois que o muco de seu nariz, procedente de um espirro, caiu sobre uma placa de cultura onde cresciam colônias bacterianas. Alguns dias mais tarde, Fleming notou que as bactérias haviam sido destruídas no local onde caíra o fluido nasal.

A invenção do antibiótico penicilina, em 1928, também se deveu ao acaso e à experiência vulgar. Fleming, cujo laboratório era bagunçado, observou que uma colônia de fungos havia crescido espontaneamente. Ele observou outras placas e comprovou que as colônias bacterianas que se encontravam ao redor do fungo (mais tarde identificado como Penicillium notatum) eram transparentes devido a uma lise (desintegração ou dissolução de elementos orgânicos) bacteriana.

Não obstante a revolução que seu invento provocou na saúde da população mundial, ele não quis patentear sua descoberta, para que fosse mais amplo o tratamento das infecções que castigavam a população.

"Não inventei a penicilina", disse ele. "A natureza é que a fez. Eu só a descobri por acaso".

Luiz Henrique da Silveira – senador eleito por SC - junk2@uol.com.br

Infelizmente que no brasil eles usam esta lei do acaso, igual a música dos Titãs, para proteger suas irregularidades.

Fábula Brasiliana

Por Paulo Scavazza

Era uma vez, Dilma e Marina, duas princesinhas que viviam sob a proteção do senhor seu pai, o Rei Lula. Um dia, a princesa Dilma foi reclamar com o Papi que a princesa Marina estava embaçando a construção do lago no jardim do palácio.

- Pô, Papi...só porque vai afundar umas árvores e incomodar uns bagres...manda ela largar de ser chata, Papi!

O Papi, que nunca escondeu quem era sua favorita, deu a maior bronca na Marina, que magoou, botou meia dúzia de saias até o joelho na trouxinha e abandonou o palácio.

Depois disso o Papi chamou Dilma e disse com sua voz grossa de rei:

- Dilminha, venha cá minha filha. Eu estou ficando velho e preciso de alguém pra cuidar do reino, no meu lugar. Minha escolhida é você.

Dilma deu pulinhos de alegria, mas como era uma mocinha séria, logo perguntou:

- Mas, Papi...quem vai cuidar da nossa casa? O palácio não pode ficar abandonado!

- Chama Erenice, a criada.

Dilma ficou feliz com o sábio conselho de seu pai. Erenice, a criada, era seu braço direito e fazia tudo do jeitinho que a patroa gostava.

Agora Dilma podia sair tranquila em campanha pelo reino. Antes de partir, um último real conselho:

- Filha, procura aquele feiticeiro japa que deu jeito na Marta. Ele vai te deixar uma belezura!

A magia do feiticeiro era poderosa. Dilma ficou irreconhecível. E durante a campanha o Papi teve de esclarecer:

- Companheiros, essa é a princesa que indico para ficar no meu lugar. Como assim "quem é ela?". É a Dilminha, pô! A preferida do meu castelo. A única com culhão pra botar ordem nesta p....de reino. (O Rei Lula era famoso por falar a linguagem do povo, para horror de uma ou outra súdita cansadinha).

E quando tudo parecia um céu vermelho e estrelado para princesa repaginada, eis que Marina ressurge das cinzas do desmatamento da floresta amazônica.

-Marina! Não acredito que você vai me trair.

- Quem me traiu foi você, Papi! E eu também tenho direito à sucessão do reino!

Dilma começou a chorar, mas o Papi a acalmou:

- Filha, quem liga pra meia dúzia de bagres? Se acalme, princesa, que este reino está dominado. O povão tá tudo comigo. Até pagodeiro eu consigo eleger pra senador.

E prosseguiram em campanha, certos da vitória que já era festejada por companheiros de todo o reino.

O que eles não sabiam, era que no palácio as coisas não iam tão pianinho como Dilma gostava. Erenice tinha um filho, um menino mimado e ganancioso, que logo montou um esquema de propina para o fornecimento de salsichas, cachaça e farinha para a cozinha real.

O esquema estava indo muito bem, obrigado. Até que um alcaguete contou pra imprensa, que viu aí a deixa pra puxar o tapete persa da real princesa.

Os súditos que liam uma tal revista Veja ficaram muito desapontados. Principalmente os que estavam fora do esquema. E o muxoxo foi geral.

A pobre princesinha esperneou tanto que quase estragou o novo penteado:

- Pessoal, mas o que eu tenho a ver com o filho da criada?!

E o papi emendou:

- Erenice pisou na bola. Podia ter sido a funcionária do mês, com foto na cozinha e tudo. A imprensa também pisou na bola. Afinal, como dizia minha pobre mãezinha analfabeta: “Roupa suja se lava na casa civil. E não em capa de jornal!”

Os dias foram passando, a eleição se aproximando. Os súditos foram às urnas e, para surpresa de todos, tinha mais gente preocupada com os bagres e com os trambiques do filho da criada do que supunham os marqueteiros reais.

O final dessa história é que Dilminha não se elegeu no primeiro turno. Agora vai ter que derreter a maquiagem em cima de palanque por mais um mês, numa disputa corpo a corpo com outro inimigo do palácio, o Sr. Burns, patrão do Homer Simpson.

Nesta altura, o papi senta-se no trono e avalia: “Uma criada e uma amante de árvores atrapalharam o caminho estrelado de minha escolhida. Uma esposa de olho roxo derruba meu candidato favorito ao senado. Quer saber, quem manda eu me meter com a mulherada. Na próxima eleicão, eu só quero príncipes! Alguém aí liga pro Aécio que eu preciso trocar uma idéia com aquele rapaz.”

Paulo Scavazza

Retirado do site Guia São José.

domingo, 17 de outubro de 2010

Dedido a minha querida esposa

Estas músicas estou oferecendo a vocês meus leitores.
São as músicas que marcaram o meu relacionamento com a minha esposa.
Espero que vocês gostem.

Esmeralda, estas músicas dedico a você, meu amor...


Manifesto antiaborto

Lili carabina, a ex-guerrilheira está batendo o pé. Resiste a assinar uma carta assumindo o compromisso de não enviar ao Congresso projetos de lei que permitam a legalização do aborto e o casamento entre homossexuais. Evangélicos que se encontraram com ela e com o presidente Lula na última quarta-feira cobram a promessa por escrito. O comando da campanha petista avaliou que, além de já ter divulgado um manifesto intitulado "Carta ao Povo de Deus", em agosto, Dilma pode perder mais votos do que ganhar, ao se posicionar, por exemplo, contra o casamento gay. A preocupação com o impacto desses temas na campanha de Dilma é cada vez maior. Um dirigente dos PTralhas lembrou que a candidatura de Marta Suplicy à prefeitura de São Paulo, em 2008, desandou de vez no segundo turno depois que homossexuais sentiram-se ofendidos com um programa de TV da petista. Nele, um locutor perguntava se o prefeito Gilberto Kassab (DEM) era casado e tinha filhos.

Parada Gay

O Blog Diapasão do Sergio Prata informa que pela primeira vez na história política do Brasil os homossexuais do Rio de Janeiro poderão decidir uma eleição presidencial. A Parada Gay que sempre foi promovida no mês de setembro na cidade do Rio de Janeiro, por conta das polemicas quanto à legalização do aborto e da união civil entre pessoas do mesmo sexo, foi adiada pela segunda vez, a pedido da coordenação de campanha da candidata Dilma Rousseff. Como eles não acreditavam que haveria 2º turno para as eleições presidenciais, transferiram a Parada Gay para o dia 10 de outubro, mas a população definitivamente “saiu do armário” e não quis dar “carta branca” para ninguém, levando a decisão do pleito para os minutos finais da partida, o que de certa forma, foi uma boa decisão, apesar da dupla de candidatos.

Incerteza

Diante do quadro de incerteza quanto ao desfecho da eleição, o Governador do estado do Rio de Janeiro e o Prefeito da cidade do Rio de Janeiro, entusiastas do movimento gay, com temor ao desgaste junto aos protestantes e católicos e temor ao voto conservador tão importante no 1º turno das eleições, transferiram novamente a data do evento, desta vez para 14 de novembro. Se Dilma sair vencedora, seus fiéis escudeiros devem agradecer aos homofóbicos travestidos de religiosos. Se perder..., culpem os gays!

Retirado do site "Guia São José".


O meu voto, como foi no primeiro turno, foi NULO, e o seu? Você ainda acredita nestas babozeiras???
Juca Belizário


Para rir um pouco:



Caramba, a mulher gosta de jogar de todos os lados!
Veja agora a Dilma falando para os evangélicos que é a favor da vida. Como pode uma pessoa ser a favor da vida, se é favorável ao aborto?


sábado, 16 de outubro de 2010

Deixe a raiva secar

Mariana ficou toda feliz porque ganhou de presente um joguinho de chá, todo azulzinho, com bolinhas amarelas.

No dia seguinte, Júlia sua amiguinha, veio bem cedo convidá-la para brincar.
Mariana não podia, pois iria sair com sua mãe naquela manhã. Júlia então, pediu a coleguinha que lhe emprestasse o seu conjuntinho de chá para que ela pudesse brincar sozinha na garagem do prédio.
Mariana não queria emprestar, mas, com a insistência da amiga, resolveu ceder, fazendo questão de demonstrar todo o seu ciúme por aquele brinquedo tão especial.
Ao regressar do passeio, Mariana ficou chocada ao ver o seu conjuntinho de chá jogado no chão. Faltavam algumas xícaras e a bandejinha estava toda quebrada. Chorando e muito nervosa, Mariana desabafou:
"Está vendo, mamãe, o que a Júlia fez comigo?
Emprestei o meu brinquedo, ela estragou tudo e ainda deixou jogado no chão.
Totalmente descontrolada, Mariana queria, porque queria, ir ao apartamento de Júlia pedir explicações.
Mas a mãe, com muito carinho ponderou:
"Filhinha, lembra daquele dia quando você saiu com seu vestido novo todo branquinho e um carro, passando, jogou lama em sua roupa? Ao chegar em casa você queria lavar imediatamente aquela sujeira, mas a vovó não deixou. Você lembra o que a vovó falou?
Ela falou que era para deixar o barro secar primeiro. Depois ficava mais fácil limpar.
Pois é, minha filha, com a raiva é a mesma coisa. Deixa a raiva secar primeiro. Depois fica bem mais fácil resolver tudo.
Mariana não entendeu muito bem, mas resolveu seguir o conselho da mãe e foi para a sala ver televisão.
Logo depois alguém tocou a campainha.
Era Júlia, toda sem graça, com um embrulho na mão.
Sem que houvesse tempo para qualquer pergunta, ela foi falando:
"Mariana, sabe aquele menino mau da outra rua que fica correndo atrás da gente? Ele veio querendo brincar comigo e eu não deixei. Aí ele ficou bravo e estragou o brinquedo que você havia me emprestado. Quando eu contei para a mamãe ela ficou preocupada e foi correndo comprar outro brinquedo igualzinho para você. Espero que você não fique com raiva de mim. Não foi minha culpa."
"Não tem problema, disse Mariana, minha raiva já secou."
E dando um forte abraço em sua amiga, tomou-a pela mão e levou-a para o quarto para contar a história do vestido novo que havia sujado de barro.
Nunca tome qualquer atitude com raiva.
A raiva nos cega e impede que vejamos as coisas como elas realmente são.
Assim você evitará cometer injustiças e ganhará o respeito dos demais pela sua posição ponderada e correta.
Diante de uma situação difícil. Lembre-se sempre: Deixe a raiva secar.