sábado, 28 de abril de 2012
Partes do Êxodo 23
Não admitirás falso boato, e não porás a tua mão com o ímpio, para seres testemunha falsa.
Não seguirás a multidão para fazeres o mal; nem numa demanda falarás, tomando parte com a maioria para torcer o direito.
...
Se encontrares o boi do teu inimigo, ou o seu jumento, desgarrado, sem falta lho reconduzirás.
Se vires o jumento, daquele que te odeia, caído debaixo da sua carga, deixarás pois de ajudá-lo? Certamente o ajudarás a levantá-lo.
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De palavras de falsidade te afastarás, e não matarás o inocente e o justo; porque não justificarei o ímpio.
Também suborno não tomarás; porque o suborno cega os que têm vista, e perverte as palavras dos justos.
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Veja que naquela época, Moisés já fala de levantar falso testemunho, amar a teu inimigo e que sirva para nós hoje: "Não aceitar suborno". Pobre dos que aceitam e participam de falsas licitações, estes ficaram um bom tempo em lugares de escuridão...
Juca Belizário.
quinta-feira, 26 de abril de 2012
sábado, 21 de abril de 2012
Eugenismo
O artigo 5º da lei suprema, que considera inviolável o direito à vida. Fere o § 2º do mesmo artigo, que oferta aos tratados internacionais que cuidam de direitos humanos a condição de cláusula imodificável da Constituição. Viola o artigo 4º do Pacto de São José, tratado internacional sobre direitos fundamentais a que o Brasil aderiu, e que declara que a vida começa na concepção.
Juridicamente, a antecipação, pelo aborto, da morte do anencéfalo é vedada pelo texto maior brasileiro.
O argumento de que o anencéfalo pode ser abortado porque está condenado à morte escancara o caminho para a eutanásia de todos os doentes terminais ou afetados por doenças incuráveis. Possibilita a cultura do EUGENISMO, no melhor estilo do nacional-socialismo, que propugnava uma raça pura, eliminando os imperfeitos ou socialmente inconvenientes. Fortalece a hipocrisia dos que defendem o aborto de seres humanos, embora considerem crime hediondo provocar o aborto em uma ursa panda ou eliminar baleias. Os animais merecem, de alguns, mais proteção do que o ser humano, no ventre materno. Enfim, a decisão do antigo Presidente da Suprema Corte abre uma enorme avenida para os cultores da morte, os homicidas uterinos, os que pretendem transformar o ser humano em lixo hospitalar.
Nos Estados Unidos, a Suprema Corte americana, no caso Dred Scott, em 1857, defendeu a escravidão e o direito de matar o escravo negro, à luz dos seguintes argumentos: 1) o negro não é uma pessoa humana e pertence a seu dono; 2) não é pessoa perante a lei, mesmo que seja tido por ser humano; 3) só adquire personalidade perante a lei ao ser liberto, não havendo antes qualquer preocupação com sua vida; 4) quem julgar a escravidão um mal, que não tenha escravos, mas não deve impor essa maneira de pensar aos outros, pois a escravidão é legal; 5) o homem tem o direito de fazer o que quiser com o que lhe pertence, inclusive com seu escravo; 6) a escravidão é melhor do que deixar o negro enfrentar o mundo.
Em 1973, no caso Roe vs. Wae, os argumentos utilizados, naquele país, para hospedar o aborto foram os seguintes: 1) o nascituro não é pessoa e pertence à sua mãe; 2) não é pessoa perante a lei, mesmo que seja tido por ser humano; 3) só adquire personalidade ao nascer; 4) quem julgar o aborto mau, não o faça, mas não deve impor essa maneira de pensar aos outros; 5) toda mulher tem o direito de fazer o que quiser com o seu corpo; 6) é melhor o aborto, do que deixar uma criança malformada enfrentar a vida (Roberto Martins, Aborto no Direito Comparado , in A Vida dos Direitos Humanos, Sérgio Antonio Fabris Editor, 1999). Como se percebe, a corte americana usou os mesmos argumentos para justificar a escravidão e o aborto.
Eugenia
"Eugenia é a auto-direção da evolução humana": Logo da Segunda Conferência Internacional de Eugenia, realizada em 1921, retratando-o como uma árvore que reúne uma variedade de diferentes campos Eugenia é um termo cunhado em 1883 por Francis Galton (1822-1911), significando "bem nascido".[1] Galton definiu eugenia como o estudo dos agentes sob o controle social que podem melhorar ou empobrecer as qualidades raciais das futuras gerações seja física ou mentalmente.[2] Em outras palavras, melhoramento genético.
Nos Estados Unidos, a Suprema Corte americana, no caso Dred Scott, em 1857, defendeu a escravidão e o direito de matar o escravo negro, à luz dos seguintes argumentos: 1) o negro não é uma pessoa humana e pertence a seu dono; 2) não é pessoa perante a lei, mesmo que seja tido por ser humano; 3) só adquire personalidade perante a lei ao ser liberto, não havendo antes qualquer preocupação com sua vida; 4) quem julgar a escravidão um mal, que não tenha escravos, mas não deve impor essa maneira de pensar aos outros, pois a escravidão é legal; 5) o homem tem o direito de fazer o que quiser com o que lhe pertence, inclusive com seu escravo; 6) a escravidão é melhor do que deixar o negro enfrentar o mundo.
Em 1973, no caso Roe vs. Wae, os argumentos utilizados, naquele país, para hospedar o aborto foram os seguintes: 1) o nascituro não é pessoa e pertence à sua mãe; 2) não é pessoa perante a lei, mesmo que seja tido por ser humano; 3) só adquire personalidade ao nascer; 4) quem julgar o aborto mau, não o faça, mas não deve impor essa maneira de pensar aos outros; 5) toda mulher tem o direito de fazer o que quiser com o seu corpo; 6) é melhor o aborto, do que deixar uma criança malformada enfrentar a vida (Roberto Martins, Aborto no Direito Comparado , in A Vida dos Direitos Humanos, Sérgio Antonio Fabris Editor, 1999). Como se percebe, a corte americana usou os mesmos argumentos para justificar a escravidão e o aborto.
Eugenia
"Eugenia é a auto-direção da evolução humana": Logo da Segunda Conferência Internacional de Eugenia, realizada em 1921, retratando-o como uma árvore que reúne uma variedade de diferentes campos Eugenia é um termo cunhado em 1883 por Francis Galton (1822-1911), significando "bem nascido".[1] Galton definiu eugenia como o estudo dos agentes sob o controle social que podem melhorar ou empobrecer as qualidades raciais das futuras gerações seja física ou mentalmente.[2] Em outras palavras, melhoramento genético.
sexta-feira, 20 de abril de 2012
Demônios
No profundo destas paredes de carne,
Um monstro grita furioso.
Sinto uma dor enquanto durmo,
Que invade todos os meus sonhos.
Para derrotar o demônio interior,
Achei uma luz que brilha,
Que grita forte e me guia,
É a luz que me inspira.
Quando a escuridão me rodeia,
Essa luz interior brilha,
Me auxilia quando o demônio grita.
Essa luz é para mim:
"Sublime".
Veja este filme que fala sobre o 5° Mandamento: "Não Matarás".
quinta-feira, 19 de abril de 2012
Mensagem do dia
Os jovens e a nostalgia do infinito
Todos nós temos uma experiência de fome de Deus inata no ser humano, independente da presença da fé. Consiste numa sorte de vazio interior que vai muito além de uma aspiração passageira, ou de um desejo apenas forte, ou de uma dimensão simplesmente sentimental; e também não é uma dimensão abstrata, mas se percebe na vida concreta e real. Todos nós a experimentamos e intuímos em algum momento da nossa vida: contemplando uma belíssima paisagem, olhando o horizonte do oceano, vivendo um sentimento de solidão talvez como consequência da perda de um ser querido, nos momento de insatisfação profunda da nossa adolescência ou juventude, etc. Sentimos que falta algo. Sentimos um desejo às vezes angustiante de alguma coisa “a mais”; que aquilo que temos, vemos e sentimos não nos satisfaz. Experimentamos lá nas profundezas do nosso ser, que aquilo que passa, que é efêmero, que pode ser tirado da nossa vida, não nos completa. Sentimos que só aquilo que seja infinito poderia nos saciar.
Quem sabe o momento em que sentimos com mais força esta nostalgia é a juventude, embora ela nos acompanhe até a morte. Os jovens experimentam, com certeza, o ardor das perguntas fundamentais. Por isso, na viagem que o Papa Bento XVI fez no final de semana passado à Croácia, disse aos jovens: “Queridos amigos, a juventude é um tempo que o Senhor vos dá, para poderdes descobrir o significado da vida!
E continua o Santo Padre: “nós sabemos que, no coração de cada um, habita um intenso desejo de felicidade. Cada ação, cada decisão, cada intenção traz nela escondida esta exigência íntima e natural. Muitas vezes, porém, damo-nos conta de ter colocado a nossa confiança em realidades que não satisfazem tal desejo, antes, fazem-nos ver toda a sua precariedade. E é em tais momentos que se sente necessidade de algo que chegue «mais além», que dê sentido ao viver quotidiano.”
Este “mais além”, este “algo a mais que vem de fora”, é o que devemos procurar neste momento da nossa existência. Não apenas os jovens experimentam este desejo, mas todo aquele que vive e que respira. Não deixemos que a correria, ou barulho, a tecnologia ou a superficialidade abafam a nostalgia do infinito que grita ou sussurra dentro de nós.
Por Andrés E. Machado, MVC------
segunda-feira, 16 de abril de 2012
A Guerra do Ópio

Conflitos ocorridos na China envolvendo a questão do comércio ilegal de ópio pelos ingleses.
A Primeira Guerra do Ópio, de 1839 a 1842, dá-se entre o Reino Unido e a China. Na II Guerra do Ópio, entre 1856 e 1860, também conhecida como Guerra Anglo-Francesa na China, os britânicos se aliam à França contra os chineses.
Com a vitória, as duas nações européias obtêm privilégios comerciais e territoriais na China, abrindo o país ao imperialismo.
A Companhia Britânica das Índias Orientais mantém intenso comércio com os chineses, comprando chá e vendendo o ópio trazido da Índia.
A droga representa metade das exportações inglesas para a China.
Em 1839, o governo imperial chinês tenta deter sua importação ilegal e manda queimar, na cidade de Cantão, 20 mil caixas apreendidas de traficantes ingleses.
O Reino Unido envia uma frota de guerra em 1840 e ocupa Xangai. Rendidos pelo poderio naval britânico, em 1842 os chineses aceitam o Tratado de Nanquim, segundo o qual a China é forçada a pagar indenização, abrir cinco portos para o comércio e ceder Hong Kong aos britânicos.
Em 1856, o Reino Unido, ajudado pela França, aproveita o incidente com um barco em Cantão para nova investida, iniciando a Segunda Guerra do Ópio.
Em 1860, britânicos e franceses ocupam Pequim. Derrotada, a China é obrigada a fazer novas concessões.
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Veja hoje o que está acontecendo com o Brasil com relação a Cocaína ou drogas em geral. Quando era o cartel de Cáli e o de Medelin, a droga não era obtida "por nossos filhos" de maneira tão fácil. Será que não há algo parecido com esta guerra acima.
Lembrar da guerra atual no afeganistão...
Juca Belizário
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