quarta-feira, 30 de maio de 2012

Cobaias de amálgamas de mercúrio

Deus não nos abandona

À frente de quaisquer forças negativas, pensa no bem, desculpa e esquece, empenhando-te a construir e reconstruir em favor do melhor.

Ama compreendendo, para que possas realmente servir.

Em qualquer circunstância, recorda que Deus não nos abandona.

A cada novo dia, entrega-te a Deus e Deus te sustentará.

segunda-feira, 28 de maio de 2012

David Garibaldi

Realmente magnífico:



sábado, 26 de maio de 2012

São Maximiliano Maria Kolbe

São Maximiliano Maria Kolbe nascido Rajmund Kolbe, O.F.M. Conv. (Zduńska Wola (Polónia), 8 de Janeiro de 1894 – Auschwitz, 14 de Agosto de 1941), foi um frade franciscano da Polónia que se voluntariou para morrer de fome em lugar de um pai de família no campo de concentração nazi de Auschwitz, como castigo pela fuga de um prisioneiro.

Franciscano desde 1907, fundou em 16 de Outubro de 1917 a Milícia da Imaculada, associação destinada ao apostolado católico e mariano, que tem como ideal: "Conquistar o mundo inteiro a Cristo através da Imaculada". A consagração a Nossa Senhora foi um dos meios para tornar isso concreto, acreditando na humanidade, na oração e auxílio da mãe de Jesus Cristo. Instalou uma tipografia católica e editou a revista mariana "Cavaleiro da Imaculada" que alcançou a tiragem de um milhão de exemplares. Chegou a instalar uma emissora de rádio e a estender suas atividades apostólicas até o Japão: entre 1930 e 1936 foi missionário em Nagasaki.

Durante a Segunda Guerra Mundial deu abrigo a muitos refugiados, incluindo cerca de 2000 judeus. Em 17 de Fevereiro de 1941 é preso pela Gestapo, já que os nazistas temiam a sua influência na Polónia. É transferido para Auschwitz em 25 de Maio como prisioneiro #16670.

Em Julho de 1941, um homem do campo do mesmo bloco de Kolbe foge e como represália, os nazistas escolhem 10 outros prisioneiros para morrer de fome e sede no bunker (o prisioneiro fugitivo é mais tarde encontrado morto, afogado numa latrina). Um dos dez, Franciszek Gajowniczek, lamenta-se pela família que deixa dizendo que tinha mulher e filhos, e Kolbe pede para tomar o seu lugar. O pedido é aceite. Na realidade, o Padre Kolbe aceitava o martírio para praticar heroicamente seu múnus sacerdotal, dando assistência religiosa e ajudando a morrer virtuosamente aqueles pobres condenados. Duas semanas depois, só quatro dos dez homens sobrevivem, incluindo Kolbe. Os nazis decidem então executá-los com uma injecção de ácido carbólico.

Foi canonizado pelo Papa João Paulo II em 10 de Outubro de 1982, na presença de Franciszek Gajowniczek, o homem cujo lugar tomou e que sobreviveu aos horrores de Auschwitz.

Em Julho de 1998 a Igreja de Inglaterra ergueu uma estátua de Kolbe em frente à Abadia de Westminster em Londres, como parte de um conjunto monumental dedicado à memória de dez mártires do século XX.



Frei Sao Maximiliano Kolbe pps
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Assembleia na Carpintaria


Contam que na carpintaria houve uma vez uma estranha assembleia.
Foi uma reunião de ferramentas para acertar suas diferenças.
Um martelo exerceu a presidência, mas os participantes lhe notificaram que teria que renunciar.
A causa?
Fazia demasiado barulho; e além do mais, passava todo o tempo golpeando.
O martelo aceitou sua culpa, mas pediu que também fosse expulso o parafuso, dizendo que ele dava muitas voltas para conseguir algo.
Diante do ataque, o parafuso concordou, mas por sua vez, pediu a expulsão da lixa. Dizia que ela era muito áspera no tratamento com os demais, entrando sempre em atritos.
A lixa acatou, com a condição de que se expulsasse o metro que sempre media os outros segundo a sua medida, como se fora o único perfeito.
Nesse momento entrou o carpinteiro, juntou o material e iniciou o seu trabalho. Utilizou o martelo, a lixa, o metro e o parafuso.
Finalmente, a rústica madeira se converteu num fino móvel.
Quando a carpintaria ficou novamente só, a assembleia reativou a discussão.
Foi então que o serrote tomou a palavra e disse:
"Senhores, ficou demonstrado que temos defeitos, mas o carpinteiro trabalha com nossas qualidades, com nossos pontos valiosos. Assim, não pensemos em nossos pontos fracos, e concentremo-nos em nossos pontos fortes."
A assembleia entendeu que o martelo era forte, o parafuso unia e dava força, a lixa era especial para limar e afinar asperezas, e o metro era preciso e exato.
Sentiram-se então como uma equipe capaz de produzir móveis de qualidade.
Sentiram alegria pela oportunidade de trabalhar juntos.
Ocorre o mesmo com os seres humanos. Basta observar e comprovar.
Quando uma pessoa busca defeitos em outra, a situação torna-se tensa e negativa; ao contrário, quando se busca com sinceridade os pontos fortes dos outros, florescem as melhores conquistas humanas.
É fácil encontrar defeitos, qualquer um pode fazê-lo.
Mas encontrar qualidades... isto é para os sábios!!!!
Autor desconhecido 

Para quem não sabe, eu faço, junto com a minha querida esposa, Pós-Graduação em Ensino Religioso pela Universidade Católica de Petrópolis (UCP).
Tivemos uma aula com a nossa querida Irmã Gabriela. Ela deu-nos uma aula de didática dando várias ferramentas pequenas de brinquedo. Cada um que pegou sua ferramenta, falou o que ela significa para o Ensino Religioso na vida. Nosso querido amigo Arthur, que pegou o "Torquês", deu-nos um belo exemplo desta ferramenta. Cada um falou da sua e situamos como as ferramentas acima.
Nota: As aulas da Irmã Gabriela é sempre "regada" com muita Paz. Que Deus sempre abençoe esta discípula da sua "Causa".
Juca Belizário




 

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Benzeu-se para roubar

Milton Medran
 
Bizarra esta notícia. Mas, faz pensar. Na cidade paranaense de Manuel Ribas, câmeras de segurança flagraram o exato momento em que um ladrão entrava numa igreja para...roubar! Até aí nada demais. Há muito que as igrejas deixaram de ser um lugar respeitado e temido por ladrões. O inédito do caso é que o bandido, antes de ingressar no templo, fez o sinal da cruz. Benzeu-se para roubar. E teve êxito. Levou uma grana da secretaria da paróquia e outra do quarto do vigário, que guardava dinheiro para uma viagem internacional.

As religiões trabalham com dois elementos: o culto e a moral. Adotam rituais, gestos e orações destinados a proteger e ajudar os crentes. Isso é o culto. Mas, também ensinam a prática do bem, do amor ao semelhante, do não fazer aos outros o que não se quer para si. Isso é a moral. Tem gente que das religiões só pratica o culto. Rezam, fazem promessas, negociam com Deus, com anjos, santos e espíritos. Dirigem a eles louvores, oferendas e homenagens. Mas, passam a vida toda sem dar o menor valor àquilo que deveria ser o fruto de sua fé: a prática do bem, a transformação moral, a reforma interior.

Está aí a diferença entre religião e espiritualidade. A religião, com seus ritos e mandamentos, nem sempre consegue espiritualizar o ser. Porque espiritualidade é questão pessoal. Valores que se cultivam na intimidade da alma. Transformadora, ilumina consciências e atitudes perante a vida.

Há quem seja religioso só nas práticas exteriores. No culto, apenas. Já o sujeito verdadeiramente espiritualizado, este o é em todas as circunstâncias da vida. Mesmo sem nunca entrar numa igreja. Como escreveu Léon Denis, ele tem “por templo o universo e por altar a consciência”. 
 
Jornalista

terça-feira, 22 de maio de 2012

O Cego de Jericó

Depois, foram para Jericó. E, saindo ele de Jericó com seus discípulos e uma grande multidão, Bartimeu, o cego, filho de Timeu, estava assentado junto do caminho, mendigando.

E, ouvindo que era Jesus de Nazaré, começou a clamar, e a dizer: Jesus, filho de Davi, tem misericórdia de mim.

E muitos o repreendiam, para que se calasse; mas ele clamava cada vez mais: Filho de Davi! tem misericórdia de mim.

E Jesus, parando, disse que o chamassem; e chamaram o cego, dizendo-lhe: Tem bom ânimo; levanta-te, que ele te chama.

E ele, lançando de si a sua capa, levantou-se, e foi ter com Jesus.

E Jesus, falando, disse-lhe: Que queres que te faça? E o cego lhe disse: Mestre, que eu tenha vista.

E Jesus lhe disse: Vai, a tua fé te salvou. E logo viu, e seguiu a Jesus pelo caminho.

Marcos 10:46-52

Veja agora esta mensagem de modo diferente:
Depois, foram para Jericó. E, saindo ele de Jericó com seus discípulos e uma grande multidão, Bartimeu, o cego, filho de Timeu, estava assentado junto do caminho, mendigando.

E, ouvindo que era Jesus de Nazaré, começou a clamar, e a dizer: Jesus, filho de Davi, tem misericórdia de mim.

E muitos o repreendiam, para que se calasse; mas ele clamava cada vez mais: Filho de Davi! tem misericórdia de mim.

E Jesus, parando, disse que o chamassem; e chamaram o cego, dizendo-lhe: Tem bom ânimo; levanta-te, que ele te chama.

E ele, lançando de si a sua capa, levantou-se, e foi ter com Jesus.

E Jesus, falando, disse-lhe: Que queres que te faça? E o cego lhe disse: Mestre, que eu tenha vista.

E Jesus lhe disse: Vai, a tua fé te salvou. E logo viu, e seguiu a Jesus pelo caminho.
Marcos 10:46-52
Depois, foram para Jericó. E, saindo ele de Jericó com seus discípulos e uma grande multidão, Bartimeu, o cego, filho de Timeu, estava assentado junto do caminho, mendigando.

E, ouvindo que era Jesus de Nazaré, começou a clamar, e a dizer: Jesus, filho de Davi, tem misericórdia de mim.

E muitos o repreendiam, para que se calasse; mas ele clamava cada vez mais: Filho de Davi! tem misericórdia de mim.

E Jesus, parando, disse que o chamassem; e chamaram o cego, dizendo-lhe: Tem bom ânimo; levanta-te, que ele te chama.

E ele, lançando de si a sua capa, levantou-se, e foi ter com Jesus.

E Jesus, falando, disse-lhe: Que queres que te faça? E o cego lhe disse: Mestre, que eu tenha vista.

E Jesus lhe disse: Vai, a tua fé te salvou. E logo viu, e seguiu a Jesus pelo caminho.
Marcos 10:46-52