domingo, 27 de junho de 2010

Tenho medo!

É uma escolha de Sofia às avessas, ou escolhe o "menos ruim" ou se abstem; dúvida cruel!!

Vejam o que Marília Gabriela escreveu sobre a Dilma: REPASSEM!!!!
"Quem tem medo da 'doutora' Dilma?" MARÍLIA GABRIELA

"VOU CONFESSAR: Morro de medo de Dilma Rousseff. Esse governo tem muitos acertos, mas a roubalheira do governo do PT e o cinismo descarado de LULA em dizer que não sabia de nada nos mete medo. Não tenho muitos medos na vida, além dos clássicos: de barata, rato, cobra. Desses bichos tenho mais medo do que de um leão, um tigre ou um urso, mas de gente não costumo ter medo. Tomara que nunca me aconteça, mas se um dia for assaltada, acho que vai dar para levar um lero com os assaltantes (espero); não me apavora andar de noite sozinha na rua, não tenho medo algum das chamadas "autoridades", só um pouquinho da polícia, mas não muito.
Mas de Dilma não tenho medo; tenho pavor. Antes de ser candidata, nunca se viu a ministra dar um só sorriso, em nenhuma circunstância.
Depois que começou a correr o Brasil com o presidente, apesar do seu grave problema de saúde, Dilma não para de rir, como se a vida tivesse se tornado um paraíso. Mas essa simpatia tardia não convenceu. Ela é dura mesmo.
Dilma personifica, para mim, aquele pai autoritário de quem os filhos morrem de medo, aquela diretora de escola que, quando se era chamada em seu gabinete, se ia quase fazendo pipi nas calças, de tanto medo. Não existe em Dilma um só traço de meiguice, doçura, ternura.
Ela tem filhos, deve ter gasto todo o seu estoque com eles, e não sobrou nem um pingo para o resto da humanidade. Não estou dizendo que ela seja uma pessoa má, pois não a conheço; mas quando ela levanta a sobrancelha, aponta o dedo e fala, com aquela voz de general da ditadura no quartel, é assustador. E acho muito corajosa a ex-secretária da Receita Federal Lina Vieira, que está enfrentando a ministra afirmando que as duas tiveram o famoso encontro. Uma diz que sim, a outra diz que não, e não vamos esperar que os atuais funcionários do Palácio do Planalto contrariem o que seus superiores disserem que eles devem dizer. Sempre poderá surgir do nada um motorista ou um caseiro, mas não queria estar na pele da suave Lina Vieira. A voz, o olhar e o dedo de Dilma, e a segurança com que ela vocifera suas verdades, são quase tão apavorantes quanto a voz e o olhar de Collor, quando ele é possuído.
Quando se está dizendo a verdade, ministra, não é preciso gritar; nem gritar nem apontar o dedo para ninguém. Isso só faz quem não está com a razão, é elementar.
Lembro de quando Regina Duarte foi para a televisão dizer que tinha medo de Lula; Regina foi criticada, sofreu com o PT encarnando em cima dela - e quando o PT resolve encarnar, sai de baixo. Não lembro exatamente de que Regina disse que tinha medo - nem se explicitou-, mas de uma maneira geral era medo de um possível governo Lula. Demorei um pouco para entender o quanto Regina tinha razão. Hoje estamos numa situação pior, e da qual vai ser difícil sair, pois o PT ocupou toda a máquina, como as tropas de um país que invade outro. Com Dilma seria igual ou pior, mas Deus é grande.

Carga Tributária

Não conseguindo imaginar? Onde? E como? Serão gastos todos esses recursos..$$$... Após confirmar ser Brasília o arrecadador de apenas 2/3 dos tributos de todo país, encontrei um relato anexo no e-mail, folks18@hotmail.com, com o título “No Reino do Brasil”, que transcrevo para reflexão neste ano de eleições:

“No Reino do Brasil, tem gente que acha que o Brasil é uma Democracia. Tem gente que acha que o Brasil é uma ditadura. Na verdade, o Brasil não é nenhum dos dois. O Brasil é um sistema feudal. Temos Rei, Nobres, Povão e Bobos da Corte.

Os moradores do Brasil são

Nobreza: Políticos, altos funcionários públicos, juízes aposentados, fiscais e outros.

Bobos da Corte: Empresários, executivos, profissionais liberais, trabalhadores com carteira assinada e outros.

Povão: Miseráveis, aposentados pela iniciativa privada, trabalhadores informais e outros.

O que fazem?

Nobreza: Consomem muito mais riqueza do que produzem.

Bobos da Corte: Produzem muito mais riqueza do que consomem.

Povão: Produzem e consomem pouca riqueza.

Tudo começa com os Bobos da Corte:

Digamos que a sua empresa te pague R$ 5.000,00 por mês. Somando os diversos tipos de impostos, você pagará em média 35% do total direto à nobreza, sobrando por enquanto R$ 3.250,00. Com esse dinheiro, você comprará produtos e serviços, como arroz, gasolina e manicure. Só que nesses produtos e serviços, estão embutidos cerca de 40% de impostos, que vão direto para a nobreza...

Até agora, dos R$ 5.000,00 que você suou a camisa para ganhar, sobraram apenas R$ 1.950,00.

Em um País normal, em troca dos 60% do seu salário que você já entregou, você deveria receber ensino, saúde e aposentadoria gratuitos e de qualidade. Mas no Brasil nada disso presta, portanto você precisa pagar tudo de novo. Você gasta mais R$ 1.200,00 entre escola particular, plano de saúde e previdência privada. São serviços que você deveria receber de graça em troca do dinheiro previamente saqueado pela nobreza. Sobrou R$ 750,00.

Resumo:

Você produziu R$ 5.000,00. Você consumiu R$ 750,00. Foi para a nobreza R$ 4.250,00.

O equilíbrio do sistema:

1) Os Bobos da Corte entregam a maior parte da sua riqueza para os Nobres;

2) A Nobreza joga migalhas para o povão, como bolsa família, bolsa creche, auxílio enchente...;

3) O Povão devolve votos para a nobreza. Vote João!

Situação Final:

O Povão: Continua ignorante, continua miserável, mas continua feliz, desde que haja cachaça e futebol.

A Nobreza: Continua trabalhando pouco. Continua levando uma vida de luxo. Continua aumentando gastos e impostos.

Os Bobos da Corte: Concluem que produzir no Brasil é um mau negócio. Ficam olhando os países mais sérios decolarem à frente do Brasil. Os mais brilhantes e capazes se mudam para países onde são mais valorizado.

Oxalá, que o Brasil acorde para uma reforma tributária e política, antes de o povo sair para as ruas...

Braulio Hantschel - braulioh@brturbo.com.br

Culto à esperteza

Por Guilherme Dettmer Drago

O brasileiro é honesto? Quando Maradona usou a mão numa Copa do Mundo para fazer um gol, todos foram unânimes aqui no Brasil em rechaçá-lo, xingá-lo e odiá-lo. Quando Henry classificou a França ajeitando uma bola com a mão, todos condenaram a atitude, chamando-o de desonesto.

Entretanto, no domingo passado, quando Luis Fabiano levou a bola escandalosamente no braço até fazer um gol, pronto, aí tudo mudou! Como num passe de mágica o brasileiro viu-se à frente, mais uma vez, não de um ato desonesto ou irregular. Não foram as mãos fabulosas, “foi o braço divino”, como quiseram justificar.

Correu-se logo a acudi-lo. Boa parte dos comentaristas fixou como ponto principal da partida a expulsão de Kaká. Quanto ao gol irregular de Luiz Fabiano - o mais importante – muitos disseram que o que importava era ganhar.

Tenho muita curiosidade de imaginar como reagiriam nossos torcedores em geral se, tendo chegado à final da Copa, o Brasil fosse derrotado por um gol de mão - feito pelo Verón e validado pelo juiz com um sorriso compreensivo! Aí sim poderíamos conhecer o espírito democrático e o senso de justiça desses que, hoje, recorrem aos mais estapafúrdios argumentos (sempre temperados com pitadinhas de bom humor) para justificar uma vitória conquistada com a ajuda da ilegalidade.

O problema deste pensamento é que entre ditar regras e dar exemplos, justamente os exemplos têm muito mais força na formação do ser humano. Desde criança aprendemos por imitação, e assim continuamos durante a vida, nas mais diversas situações. Pais influenciam os filhos, professores os seus alunos e pessoas com projeção na sociedade, principalmente em cargos diretivos, influenciam seus subordinados.

As pessoas fazem o que seus paradigmas fazem, e não o que eles dizem para ser feito.

O jeitinho brasileiro, o mau exemplo e o culto à esperteza parecem onipresentes na cultura nacional. Há necessidade de se repensar muitos valores para as próximas gerações.

Guilherme Dettmer Drago - Advogado (OAB/RS nº 52.242)
guilhermedrago@bol.com.br
Fonte: Espaço Vital
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Uma vez um colega me falou:"Ética existe deste que não entre na minha casas..."
Quer dizer: Aplicar a moral e a ética, é da minha casa para fora. Dentro da minha casa, tenho que safar os meus, a moral e a ética que se danem...

terça-feira, 22 de junho de 2010

A Gramática da ficha suja

"Os que forem brasileiros me sigam." Essa exortação ao heroísmo, atribuída ao Duque de Caxias, evidentemente não se referia àqueles que, no futuro, se tornassem brasileiros, mas era dirigida aos que naquele momento tivessem a condição de brasileiros autênticos e que deveriam agir como tais.

Vem a propósito lembrar essa famosa passagem da história brasileira, em vista do equívoco em que alguns vêm incorrendo quanto à aplicação das restrições a candidatos corruptos formalmente definidas na lei identificada como Lei da Ficha Limpa, sancionada em 4 de junho deste ano. A distorção na interpretação de uma passagem da lei configura verdadeiro estelionato gramatical, sendo lamentável que, endossando a interpretação maliciosa proposta por defensores dos corruptos, alguns jornalistas que exercem influência sobre a opinião pública afirmem categoricamente que a lei não alcança os que foram condenados por corrupção antes de 4 de junho de 2010.

Relembrando os termos precisos do estelionato, estava tramitando no Senado o projeto de lei de iniciativa popular, explicitando algumas hipóteses de inelegibilidade já previstas, genericamente, na Constituição, que autoriza as restrições para proteger a moralidade administrativa e a moralidade para o exercício do mandato. Por emenda proposta pelo senador Francisco Dornelles (PP-RJ), a expressão "políticos que tenham sido condenados" foi substituída por "os que forem condenados", com o intuito evidente de lançar confusão, explorando o despreparo e o descuido dos desavisados. Com efeito, não é difícil demonstrar que o dispositivo em que figure a palavra "forem", como no caso da Lei da Ficha Limpa, tem o sentido de "tiverem a condição de", bastando atentar para o pormenor de que "forem", nesse caso, é do verbo "ser" e não do verbo "ir".

Condição, qualidade - Alguns exemplos calcados na legislação brasileira deixam evidente que a palavra "forem" tem sido freqüentemente usada na linguagem jurídica para designar uma condição. Assim, no Código Civil que vigorou desde 1916, no artigo 157, ficou estabelecida a possibilidade de separação de um casal por mútuo consentimento "se forem casados por mais de um ano". E jamais se disse que isso valia apenas para os casamentos futuros.

Mais tarde, quando se introduziu o divórcio no sistema jurídico brasileiro, a lei nº 6515, de 26 de dezembro de 1977, dispôs que poderia ser dada a separação judicial dos cônjuges "se forem casados há mais de dois anos". E pelo artigo 49, parágrafo 6º, estabeleceu-se que o divórcio realizado no estrangeiro, se um ou ambos os cônjuges forem brasileiros, só será reconhecido no Brasil depois de três anos da data da sentença. E jamais se disse que essas disposições valiam apenas para os casamentos realizados depois da vigência dessa lei ou para os que adquirissem a nacionalidade brasileira depois da nova lei.

As expressões "forem casados" e "forem brasileiros" designavam, precisamente, uma condição ou qualidade, nada tendo a ver com acontecimentos futuros. Acrescente-se, ainda, que o novo Código Civil brasileiro, de 2002, estipula, no artigo 1642, inciso VI, que tanto o marido quanto a mulher podem "praticar todos os atos que não lhes forem vedados expressamente". E ninguém, razoavelmente esclarecido, dirá que só estão proibidas as vedações estabelecidas por lei posterior a 2002. Quando a lei diz "forem vedados" refere-se a estarem vedados, podendo a vedação estar prevista numa lei muito antiga.

Objetivo da lei - Analisando com muita precisão essa questão verbal, o ilustre presidente do Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro, desembargador Nametala Jorge, fez a colocação correta quanto ao sentido da expressão "forem condenados" constante da Lei da Ficha Limpa: "Quando a lei fala em condenados não importa o tempo do verbo. O que importa é a qualificação e o que qualifica a condição do candidato é ele ser condenado. Sendo condenado, tanto faz aquele que já era antes da lei como aquele que vier a ser condenado até requerimento do registro". Ninguém poderá, honesta e sinceramente, duvidar do objetivo da lei, que é impedir a candidatura dos que tiverem sido judicialmente reconhecidos como corruptos e por isso inaptos para representar qualquer segmento da cidadania brasileira.

Dalmo de Abreu Dallari, jurista - dioneiws@gmail.com

domingo, 20 de junho de 2010

Em Casa

Ninguém foge à Lei da Reencarnação.

ONTEM, atraiçoamos a confiança de um companheiro, induzindo-o à derrocada moral. HOJE, guardamo-lo na condição do parente difícil, que nos pede sacrifício incessante.

ONTEM, abandonamos a jovem que nos amava, inclinando-a ao mergulho na lagoa do vício. HOJE, temo-la de volta por filha incompreensiva, necessitada do nosso amor.

ONTEM, colocamos o orgulho e a vaidade no peito de um irmão que nos seguia os exemplos menos felizes. HOJE, partilhamos com ele, à feição de esposo despótico ou de filho-problema, o cálice amargo da redenção.

ONTEM, esquecemos compromissos veneráveis, arrastando alguém ao suicídio. HOJE, reencontramos esse mesmo alguém na pessoa de um filhinho, portador de moléstia irreversível, tutelando-lhe, à custa de lágrimas, o trabalho de reajuste.

ONTEM, abandonamos a companheira inexperiente, à míngua de todo auxílio, situando-a nas garras da delinqüência. HOJE, achamo-la ao nosso lado, na presença da esposa conturbada e doente, a exigir-nos a permanência no curso infatigável da tolerância.

ONTEM, dilaceramos a alma sensível de pais afetuosos e devotados, sangrando-lhes o espírito, a punhaladas de ingratidão. HOJE, moramos no espinheiro, em forma de lar, carregando fardos de angústia, a fim de aprender a plantar carinho e fidelidade.

À frente de toda dificuldade e de toda prova, abençoa sempre e faze o melhor que possas.

Ajuda aos que te partilham a experiência, ora pelos que te perseguem, sorri para os que te ferem e desculpa todos aqueles que te injuriam...

A humildade é a chave de nossa libertação.

E, sejam quais sejam os teus obstáculos na família, é preciso reconhecer que toda construção moral do Reino de Deus, perante o mundo, começa nos alicerces invisíveis da luta em casa.

Xavier, Francisco Cândido. Da obra: Amor e Vida em Família.
Ditado pelo Espírito Emmanuel.
1995.

Políticos e Fraldas

www.fortalweb.com.br/grupoguararapes

SÓ LOUCO VOTA EM CORRUPTO

"Os políticos e as fraldas devem ser mudados frequentemente e pela mesma razão." (Eça de Queiroz)

"2010 é ano de eleição; pense certo como Eça de Queiroz."

Pelo bem do Brasil, mudemos os políticos safados e canalhas, como se mudam as fraldas, QUE ESTAS, SUJAS, SÃO JOGADAS FORA. ELES e ELAS - de algum modo fedem: os primeiros mais que as segundas, como norma.

Por isso, e pelo bem do Brasil, não reelejemos estes vis vermes abjetos e despresíveis da politicagem brasileira- por ser parente, amigo ou da propaganda, ou para atender a pedidos.

Como princípio, só votemos em quem tem caráter, seja um homem respeitado e digno e que possa entrar em seu lar. Não é mudando as fraldas que serão mudados os caracteres dos maus políticos.

Só votemos de acordo com nossa consciência. Se temos em perspectiva um candidato, questionemos, nos informando sobre ele. Examinemos o seu passado, e o seu presente; se o acusam de algo que as circunstâncias confirmam; se mente, se infringe a lei, se é condescendente com os mal feitos dos outros, com quem anda - suas companhias; se é corrupto, se leva vida não condizente com seus ganhos e bens, não respeita família, não votemos nele.

Se não encontrarmos ninguém digno do nosso voto, anulemos o voto. MAS NÃO VOTEMOS EM BRANCO - ANULEMOS NOSSO VOTO! (É digitar, por duas vezes seguidas, números que não teem nada a ver com números de partidos ou de candidatos).

ESTAMOS VIVOS! GRUPO GUARARAPES!

Democracia não é só urna.

O processo de construção das candidaturas é parte fundamental da política democrática.

A construção da candidatura Dilma é preocupante do ponto de vista da democracia.

A candidatura Dilma é fruto direto do mensalão de 2005.

O mensalão abateu a proeminência de José Dirceu, chefe da Casa Civil e considerado `operador` do esquema pelo processo que corre no STF.

Como desdobramento do mensalão, Antonio Palocci, considerado o herdeiro "natural" do
governo Lula, perdeu seu posto no governo e
caiu em desgraça perante a opinião pública.

Marta Suplicy, outra candidatura "natural", foi derrotada nas urnas pela reeleição à prefeitura de São Paulo em 2006. A derrota para José Serra esvaziou o balão de ensaio de sua pré-candidatura.

O esfacelamento do PT e o vácuo de coordenação
política do primeiro governo Lula foram resolvidos da mesma forma. Das entranhas da máquina do governo a ministra Dilma Roussef se tornou a articuladora política e a "resposta" ao mensalão.

Posteriormente, sua candidatura foi empurrada goela abaixo do partido por um desejo do presidente.

Não foi construída por movimentos sociais, não refletiu uma trajetória de destaque em debates políticos relevantes de âmbito nacional.

A candidatura de Dilma veio de pára-quedas, direto da tecnocracia do primeiro mandado de Lula, artificialmente alimentada pelo presidente.

A história política de Dilma não está sendo levada em questão em 2010. Sua luta contra a ditadura (real) nem aparece. O que aparece é sua liderança em políticas sociais (farsa).

A candidatura Dilma não é apenas uma peça de propaganda, possibilitada pelo mensalão e pelo segundo mandado do presidente Lula.

É um evento central do próprio governo, e da consolidação do Lulismo no seio do petismo.

Mas isso é democraticamente questionável. Apesar de não estar sendo questionado.

Retirado do Site: "Usina de Letras".